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Entenda o que é a Nova Ordem Mundial 

e os Iluminatti

Afinal, quem governa o Mundo?

Marlanfe T. Oliveira, 2012 a 2015

 

Illuminati, (plural do latim illuminatus, "aquele que é iluminado"), é o nome dado a diversos grupos, alguns históricos outros modernos, reais ou fictícios. Mais comumente, contudo, o termo "Illuminati" tem sido empregado especificamente para referir-se aos Illuminati da Baviera, uma sociedade secreta da era do Iluminismo fundada em 1º de maio de 1776.

 

O nome Illuminati é algumas vezes empregado como sinônimo de Nova Ordem Mundial. Muitos teóricos da conspiração acreditam que os Illuminati são os cérebros por trás dos acontecimentos que levarão ao estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial.

 

A Nova Ordem Mundial é constituída de várias frentes. Que a principal é a político/econômica não há dúvidas; mas que há também a educacional (Universidades), a filantrópica (as Fundações) e a espiritual, poucos sabem.

 

Aqueles que hoje formam a conspiração (o CFR nos Estados Unidos) dirigem nossos governos, a quem eles mantêm endividados e pagando juros, por meio de métodos como o Sistema da Federal Reserve, para lutar em guerras, como a do Vietnã (uma guerra criada pelas Nações Unidas) de modo a fazer avançar os planos dos Illuminati,  de levar o mundo até aquele estágio da conspiração quando o comunismo ateísta e toda a cristandade poderão ser forçados a uma Terceira Guerra Mundial total dentro de cada país restante, bem como em uma escala internacional.

 

O quartel-general dessa grande conspiração no fim dos anos 1700 estava em Frankfurt, na Alemanha, onde a Casa de Rothschild tinha sido fundada por Mayer Amschel, que adotou o nome Rothschild e ligou-se com outros financistas internacionais que tinham literalmente vendido a alma ao diabo. Após a exposição pelo governo da Bavária em 1786, os conspiradores mudaram seu quartel-general para a Suíça, e depois para Londres. Desde a Segunda Guerra Mundial (após a morte de Jacob Schiff, o garoto dos Rothschilds na América), o quartel-general do ramo americano está no Edifício Harold Pratt, na cidade de Nova York, e os Rockefellers, originalmente os protegidos de Schiff, assumiram a manipulação das finanças na América para os Illuminati.

 

Nas fases finais da conspiração, o governo global consistirá de um rei-ditador, O DÉSPOTA DE SIÃO,  líder das Nações Unidas, o CFR e alguns bilionários, economistas e cientistas, que provaram sua devoção à grande conspiração. Todos os outros deverão ser integrados em um vasto conglomerado de humanidade miscigenada, na verdade escravos.

 

SERÁ QUE NOS ESPERA UM VASTO PROJETO DE ESCRAVIDÃO?  

SERÁ QUE  A HUMANIDADE ACEITARÁ ESSE PAPEL? 

QUE SE PODE FAZER ?

 

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Marlanfe T. Oliveira, 2014 - 2015

 

Você vai encontrar na sua pesquisa, como eu encontrei na minha, que o tio Patinhas foi baseado no personagem de Charles Dickens Ebenezer Scrooge, mas a ficha técnica do afortunado bilionário traz uma ligação muito clara com seu principal relacionamento: “Relacionamento: Goldie O'Gilt”

 

Um  membro da “família GOLD !!! DE JUDEUS SIONISTAS...

 

“O nome original de Patinhas, Scrooge McDuck, se baseia no avarento Ebenezer Scrooge, personagem principal do Conto de Natal de Charles Dickens.”(Wikipedia, a enciclopédia livre).

 

Bem, o que quero dizer é que o tio Patinhas,  relacionado com um tal “Goldie O’Gilt”, na verdade é um símbolo da “família” de judeus-sionistas de bilionários, sendo ele mesmo o cidadão  mais rico de Patópolis...

 

Este nosso trabalho é um esforço para decodificar o trabalho de um gênio: um gênio chamado Walt Disney.

 

As grandes análises de problemas cruciais do mundo, as denúncias feitas, o alerta que é dado a respeito do mal que sofremos, tudo isso tem sido feito por meio de uma linguagem simbólica, através de figuras e metáforas. Um desses trabalhos de denúncia através do simbolismo foi feito por Walt Disney.

        

Seus personagens, o mundo criado por ele para o público “infantil”, é um esforço para alertar a humanidade sobre o poder de um homem: O Barão de Rothschild, único trilionário do planeta, “rei” do mundo, fautor de uma agenda de conquistas matériais sem precedente, em uma palavra: o monarca invisível que não aparece na mídia, porque ele é o dono da mídia.

Disney construiu um universo fabuloso – no puro sentido da palavra “fábula” – e como La Fontaine, nos incita ao raciocínio crítico e ao desvelamento dos personagens de sua criação. Faremos isso, se Deus quiser.

 

Tudo acontece na cidade de Patópolis, lar de um trilionário excêntrico que só pensa em dinheiro: tio Patinhas. Esta figura é o líder do clã Rothschild, dono de uns míseros 22 trilhões de dólares, segundo informação dos bancos suíços. É uma montanha de dinheiro.

 

A clássica figura criada pelos estúdios Disney do tio Patinhas é uma metáfora. Ela na verdade se refere ao homem mais rico do mundo: atualmente, David René, barão de Rothschild.

 

ONDE FICA A VERDADEIRA PATÓPOLIS ???

 

Mas apesar do Pai das Finanças Internacionais ter nascido em Frankfurt, a verdadeira PATÓPOLIS É A TERRA DE HARRY POTTER. ISSO MESMO! A INGLATERRA; SEDE DO IMPÉRIO MUNDIAL DA FAMÍLIA REAL INGLESA E DA FAMÍLIA REAL DE JUDEUS ASHKENAZI : OS ROTHSCHILDS.

 

Portanto, a mulher mais rica do mundo, reina mas não governa, e é mantida no trono graças ao poder da dinastia Rothschild. Disney a quis como uma “feiticeira”, tal qual Circe, a qual transformava seres humanos em animais...sugestivo, não?

 

Porém a verdadeira “Circe”, ou Patalógika, está no seu magnífico palácio em Londres. Chama-se Elizabeth II, e sua última maldade foi assassinar Lady Diana, esposa infiel de Charles, o Príncipe de Gales. Outra maldade famosa foi declarar guerra à Argentina para poder se apossar das Ilhas Malvinas...POR ELA CHAMADA DE “FALKLANDS”! 

 

Também, com um mestre como Rothschild, ela não podia fazer por menos !!!

 

Além dos irmãos metralha, que são ladrões mal sucedidos, o personagem que mais assusta os habitantes de Patópolis é João Bafodeonça. Ele é truculento, bárbaro, impiedoso e, simplesmente, mau.

 

Tudo conforme o perfil que a mídia comprada do ocidente traça do presidente russo Vladimir Putin.

 

Nos últimos anos, Putin Bafodeonça tem dado um enorme trabalho aos habitantes de Patópolis: unido ao também malfeitor e seu  assistente  Sylvester -Xi Jinping-Shyster ( no Brasil Zé Ratão), antigo vilão, asiático,Putin Bafodeonça impediu a invasão da Síria e puxou as orelhas de ObamaDonald por ter matado Kadafi e Saddam Husseim.  Ainda por cima anexou a Crimeia, região da antiga Rússia czarista, porém nos tempos modernos pertencente à Ucrânia.  É claro que um personagem desses não pode ficam andando por aí impune!!!

A  Patópolis  de  Walt  Disney

 

As sete maravilhas do mundo antigo e

as sete do mundo atual 

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As 7 maravilhas do mundo antigo e as 7 do mundo atual

Marlanfe T. Oliveira, 2014 - 2015

 

Considerei que estamos precisando de cultura. Saber não ocupa espaço, saber nunca é demais... Então, decidi postar pra o grupo ler um dos assuntos mais interessantes: as 7 maravilhas do mundo !

 

Mas não pude deixar de postar também, junto, as 7 "maravilhas" do mundo atual.

 

Espero que gostem.

Enviem sugestões, críticas e...elogios

 

A palavra “Maravilha” vem do latim “ mirabilia”  e se refere ao que é admirável, digno de admiração, do verbo “mirare”, que também deu a palavra “Milagre”.

 

Significado de Maravilha:

 

s.f. Aquilo que é capaz de despertar grande admiração; prodígio, assombro: as maravilhas da natureza.

 

As Sete Maravilhas do Mundo: sete obras extraordinárias da Antiguidade (as pirâmides do Egito, os jardins suspensos da Babilônia, a estátua de Júpiter Olímpico, o colosso de Rodes, o templo de Éfeso, o mausoléu de Helicarnasso, o farol de Alexandria).

 

Você sabe quais são as maravilhas equivalentes no mundo atual? Leia!

 

Para entender o terrorismo contra

o Charlie Hebdo de Paris 

Texto do blog Movimento da Fronteira, de Leonardo Araujo:

 

"Após algumas trocas de e-mail, resolvi me manifestar sobre o atentado terrorista que vitimou algumas pessoas na sede da revista Charlie Hebdo.

 

Como cristão, sou contrário ao uso da violência, sobretudo quando se manifesta por um covarde e estúpido assassinato. Minha solidariedade às vítimas, seus familiares e conhecidos.

 

Contudo, a situação merece uma análise mais ampla. Que os terrorista fizeram uma atrocidade física covarde, isso poucos discordam. Mas o que falar daquelas matérias que ridicularizam, achincalham e depreciam  conceitos sagrados a milhões, ou melhor, bilhões de pessoas? O uso (ou seria abuso) da liberdade de expressão empregada sem responsabilidades ou limites, atropelando a liberdade alheia, degradando seus valores, difamando muitas vezes referências religiosas, também é uma violência moral (qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria). 

Ao se esconder atrás do aparelho do Estado, que foi omisso em relação a violência por vezes praticada pela revista, os autores das matérias aqui em foco agiram como os valentões dos colégios, que falam e fazem o que querem por não encontrarem repreensão na escola. Estes valentões crescem e, por vezes, encontram um franzino covarde armado que dá cabo da valentia de forma brutal, violenta, absurda...

 

Se os cartunistas e jornalistas, por vezes, faziam chacota (de gosto muito duvidoso) pela estupidez de terroristas e radicais, esses últimos alegam algo parecido: suas ações foram desencadeadas pelas ações estúpidas dos cartunistas/jornalistas da revista.

 

Alguém sensato poderia tentar chamar uma das partes, a que parecer menos intolerante, para romper esse ciclo que, previsivelmente, poderia acabar mal. Surgiu tal alguém?

 

No direito, objetivamente, até onde esse engenheiro aqui sabe, quando a suposta liberdade de expressão demonstra injúria, calúnia ou difamação, está além dos seus limites (virou um crime).

 

A liberdade de expressão é essencial para o bem-estar intelectual da sociedade, auxiliando no desenvolvimento das ciências e das artes, mas, como destacado neste trabalho, assim como a liberdade de ação, ela deve possuir limites. Destacadas as possibilidades da ofensa e da verdade das ideias constituírem-se como limites para a expressão das ideias, notou-se que nenhuma se tornou suficientemente sólida para ocupar tal lugar.

 

Concluímos que a liberdade de expressão é um passo construtivo à sociedade, desde que tenhamos o respaldo à veracidade dos fatos alegados, em sua totalidade, respeito à dignidade e a liberdade das pessoas. Não podemos confundir a liberdade de expressão com a degradação, banalização e inversão de valores, o que infelizmente vem ocorrendo.

 

Considerando que o Juiz deve ser justo e jornalista livre, e ainda, que o Judiciário pode ser considerado como o controle externo do jornalismo, as questões pontuais envolvendo conflitos de interesses quanto a liberdade da imprensa são e serão solvidas pelo Poder Judiciário, a quem cumpre a tarefa de identificar a existência de abusos a serem reprimidos.

 

Pelo pouco que vi dos fatos em pauta, dou razão, mais uma vez, a Albert Einstein ao citar: 'Existem apenas duas coisas infinitas - o Universo e a estupidez humana. E não tenho tanta certeza quanto ao Universo.'

 

Ao que parece, ambos os lados, em maior ou menor grau, preferiram abraçar a estupidez e as certezas que ela traz. Uns foram, sob certa ótica, praticantes da 'violência moral', outros da violência física. Ambas são ações estúpidas e não posso concordar ou exaltar nem uma nem outra, tampouco as justificar."

 

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