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PSICOBIOENERGÉTICA II

ANÁLISE DE UM CASO TÍPICO DO FUNCIONAMENTO DO CÉREBRO TOTAL  

 

 

D. é minha cliente de longo tempo. Tem uma filha, A.C. , a qual está em litígio com o ex-marido, T.F., o qual disputa a guarda compartilhada do filho de ambos, M.F.H., em uma briga forense que já teve cinco diferentes processos, todos perdidos pelo ex-marido. Em todos esses processos nós auxiliamos a família vítima do cônjuge revoltado por ter sido preterido.

Estamos em mais um processo do referido litígio.  É a primeira semana de maio de 2015. Devido ao fato de T. usar meio lícitos e ilícitos na disputa, inclusive a magia negra, D. me procurou no dia 04 de maio de 2015, segunda-feira, para comunicar que a Juíza havia ordenado uma avaliação psicológica dos envolvidos no processo, o que seria feito por uma profissional federal juramentada.

Coloquei o tarot para saber como seria feita a avaliação psicológica. Soubemos, então, que T. havia feito contato com a Psicóloga, sua conhecida, para garantir o resultado positivo para si da avaliação. Ele agia todo o tempo usando de artifícios e de ações ilícitas para certificar-se da vitória forense. Contudo, perdera as 5 ações judiciais anteriores. A família contava comigo, com V., o pai e esposo das minhas duas clientes mulheres, advogado criminalista, e o advogado constituído por escolha do referido pai.

Soubemos, ainda, por meios mágicos, que T. havia ido a um terreiro de magia negra e sacrificado um bode preto com a finalidade de liberar forças negras de ajuda para conseguir seu desiderato. Perguntamos ao tarot o que fazer. A resposta foi, como esperávamos, um ritual anti-goecia que neutralizasse e dissolvesse a energia liberada pelo ato mágico do feiticeiro que auxiliava  T.

 

Perguntamos ao tarot quais as entidades que  ajudariam nossos anseios e foi mostrado, entre outras, um Exu que se apresentou para neutralizar a ação do Exu contrário, pedindo uma oferenda. Esta consistia em 3 bifes de filé e dois bifes de fígado. Marcamos o dia e hora para o ritual anti-goecia: na sexta-feira seguinte.

 

No dia do ritual, para surpresa minha, D. relatou que houvera uma briga entre ela e o esposo, advogado, por motivo fútil. A filha, A.C. se envolvera, a contragosto da mãe. A briga familiar foi parar na Delegacia das Mulheres, onde foi feita a denúncia de agressão verbal por parte do marido e pai! O que havia sido sempre uma família unida, amorosa, engajada na educação dos menores, especialmente do pequeno M., tornou-se, de uma hora para outra, um campo-de-batalha violento e cruel. Era evidente a existência da força mágica em ação! 

V., pai de A.C. e esposo de D., amoroso esposo e pai extremado, atacou com palavras ofensivas a esposa, D., e a filha. Houve por parte de A.C. uma reação também violenta para com o pai: o desentendimento se instalou no seio daquela bela e harmoniosa família de classe média alta!

Eu estava pasmo com o relato feito por D.! Somente uma coisa justificava e explicava tudo aquilo: a magia negra. Passamos logo ao ritual anti-goecia para neutralizar as energias contrárias. 

D. trazia já todos os ingredientes pedidos pelas entidades comprometidas em nos ajudar a dissolver o ritual de magia negra. Assim, pusemo-nos à obra de magia branca.

 

Logo no início do ritual, no momento preciso do exorcismo – no qual uso a espada consagrada – senti a chegada do raio dos Exus: as pernas ficaram arrepiadas.

Na continuidade do ato, D., que também é sensitiva, teve a percepção de um Exu pelo arrepiar da perna direita e pela sensação de formigamento nos pés, ambos. Assim, chegaram na sequência os Pretos-velhos e fizemos nosso trabalho.

Devo aqui explicar como sentimos a chegada das entidades:

Segundo fontes de estudo e pesquisa, o ser humano emite vibrações mentais de até 80 unidades psi, enquanto as entidades ultrapassam as 280 unidades psi. Sinto as vibrações das entidades assim que elas estão em atividade no campo criado, que chamamos de “Templo”.    D. também sente. É comum esse fenômeno entre os sensitivos. A vibração emitida pelos desencarnados não passa pelos sentidos comuns: semelhante aos raios-x, ultrapassa nosso corpo biológico e atinge a região do Hipotálamo (ver figura na página 8),  sede da percepção paranormal.

Terminamos o ritual anti-goecia sem maiores problemas. Certifiquei-me de que fizera tudo conforme a Lei de magia branca, despedi-me de D. e tomei um banho. Fui, em seguida para casa, deixando as velas acesas, porquanto estavam todas colocadas em segurança contra qualquer tipo de incêndio.

Pedi a D. que me informasse de qualquer novidade sobre os fatos que envolviam seu caso. Ela prometeu fazê-lo e em seguida se foi. 

Um telefonema à noite do mesmo dia feito por D. dava a notícia de que o esposo dela, V., dissera que os problemas havidos não o fariam afastar-se do fórum, e que continuaria ajudando material e psicologicamente à família, porém comprometeu-se a sair de casa assim que o processo terminasse. Assim findou a sexta-feira.

Dormi uma noite tranquila e sem maiores problemas, sabendo que havíamos conseguido já uma vitória: V. continuava a lutar pela família, o que não era coisa de se desprezar: nossas entidades protetoras já estavam agindo!

 

No dia seguinte fui até a minha sala para atender uma cliente, e pensei ser melhor desmontar os Altares do Templo improvisado. Se bem pensei, melhor o fiz. Contudo, percebi que a vela do Clipah estava incompletamente queimada. Ficou uma falha ao longo da vela, indicativa do processo de aceitação pelas forças amigas mas também de agressão das forças inimigas.

Foi aí que aconteceu o fato importante para nossos estudos de psicobioenergética : decidi acender a vela que ficara incompletamente queimada no Clipah. Mas não a acendi na sala, onde não haveria nenhum risco! 

 

Incompreensivelmente, levei a placa de vidro com os componentes de Malkhut para o interior da casa, coloquei-a dentro de um caixote de plástico fixado na parede, à guisa de prateleira, e acendi o que sobrara da vela. Supus não haver perigo de incêndio porque o toco de vela era de menos de 4 centímetros e a altura da caixa era de mais de 15! 

 

Não desconfiava que eu estava sendo influenciado pela força contrária, a qual planejava a destruição do meu Templo, local onde eu fazia as cerimônias anti-goéticas. O Exu adversário “entortou” completamente minha capacidade de raciocínio, função do neocórtex, chamado vulgarmente córtex cerebral.

 

Guardei todos os objetos constitutivos do Templo improvisado e decidi ir para casa esperar meu sobrinho, que viria estudar no sábado à tarde comigo. 

Até aí não tinha a menor consciência de que eu estava como que hipnotizado pelo Exu inimigo, agindo do modo que ele desejava para provocar um incêndio no prédio onde trabalho. O córtex cerebral foi dócil à sugestão do inimigo: viu, observou, analisou tudo, e fez exatamente o que seria extremamente fácil de causar um incêndio de vastas proporções.

Então, veio-me o impulso de telefonar para o meu sobrinho a fim de saber se ele já havia saído de casa, na Tijuca.  Este impulso foi uma interferência dos meus protetores, e foi feito para neutralizar a ação do inimigo. Estudos do Prof. Dr. Luiz Machado afirmam que tais impulsos (chamados de “intuições” ou de “insight”) são lampejos de uma inteligência maior, exatamente da Inteligência Límbica.

Por telefone, meu sobrinho-neto mandou a avó, com quem mora, me avisar que estava saindo de casa para vir até Caxias. DECIDI, ENTÃO, ESPERÁ-LO NA SALA DOS RITUAIS. Foi a mais sábia decisão que tomei ultimamente! Foi um lampejo da Inteligência Superior obedecendo à pré-cognição despertada ali pelos meus mestres e protetores!

 

Deitei no sofá da sala para esperar meu sobrinho. Assim que ele chegou, sentou comigo no mesmo sofá e iniciamos uma conversa amena, e então, senti um forte cheiro de queimado. Dei um grito de alerta para meu sobrinho e corri o mais que pude para o pequeno cômodo no qual acendera a vela não completamente queimada do Clipah. A visão daquela cena foi apavorante: o caixote de plástico estava quase completamente queimado, totalmente em chamas e deixava pingar resíduos inflamados sobre o tatame de espuma sintética que estava dobrado abaixo dele. Espessa fumaça inundava o ambiente tornando-o de difícil permanência: o ar estava irrespirável; a visão era de apenas 30%  de um total de 100. Agi rápido: peguei um balde próximo e o enchi no chuveiro, enquanto pedia ao meu sobrinho que retirasse o material inflamável de debaixo do caixote em chamas. Ambos fomos bastante eficientes. Logo o ambiente estava sem nenhum tatame. Ato contínuo, enquanto eu jogava baldes e mais baldes de água no fogo, meu sobrinho puxava para fora da parede o caixote perigoso: havia outros iguais vizinhos, e o perigo de o incêndio se alastrar era total.

 

Dominamos o incêndio rapidamente e fomos para a sala a fim de respirar e descansar do esforço feito.

Todo o espaço da casa estava agora tomado pela fumaça. Liguei os dois aparelhos de ar condicionado para expelir o fumo e limpar o ambiente, o que demorou cerca de 2 horas. Nesse ínterim, comentávamos o ocorrido...

Quando a sala estava quase sem fumaça, a situação normalizada, analisamos o prejuízo:

Um caixote-prateleira queimado, dois tatames chamuscados, duas cadeiras, vários pequenos objetos – o pequeno Clipah incluído – danificados pelo calor do incêndio. Era coisa de pouca monta. No fim das contas, prevaleceu a informação recebida pelo Sistema Límbico para que eu NÃO SAÍSSE DAQUELE AMBIENTE. Isto foi, como já dissemos, fruto das ondas de raios psíquicos emitidos pelos mestres e auxiliares invisíveis que nos avisaram do perigo.  Isso é o assunto que estudamos como nome de PSICOBIOENERGÉTICA.

 

 

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