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NOTÍCIAS DO BRASIL E DO MUNDO

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Trump ignora convite para encontro com presidente ucraniano 

21.09.2016 URL curta Tema: 71ª Assembleia Geral da ONU (22) 111107200 

 

Donald Trump, presidenciável do Partido Republicano, não respondeu à proposta do presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, de realizar uma reunião com ele no âmbito da 71a Assembleia Geral da ONU, informa a revista Foreign Policy. Segundo a edição, "os assessores da campanha de Trump até nem se preocuparam em enviar a Kiev resposta sobre a não confirmação da presença – RSVP", e o próprio Trump não comentou nada a esse respeito. 

 

O bilionário já viajou para a Carolina do Norte. Após isso, ele seguirá para os estados de Ohio e Pensilvânia onde vai passar o resto da semana, enquanto a Assembleia Geral da ONU em Nova York termina na segunda-feira que vem. Cabe notar que Poroshenko enviou o mesmo convite à candidata democrata Hillary Clinton, tendo este  encontro sido realizado na segunda-feira (19). Segundo as informações na página de Poroshenko, nessa reunião foi discutida a situação em Donbass e a política das sanções contra a Rússia.

 

Mostrar mais: https://br.sputniknews.com/americas/20160921/6373941/trump-poroshenko-convite.html

 

ISTO CONFIRMA A INFORMAÇÃO DE MINHA FONTE DE QUE TRUMP FEZ UM ACORDO NOS BASTIDORES COM PÚTIN NO QUAL AMBOS OS PRESIDENTES SE APOIARÃO EM UM PLANO CONJUNTO PARA A POLÍTICA E ECONOMIA GLOBAL.

 

 

15:25 16.09.2016(atualizado 15:26 16.09.2016) URL curta 17830012 

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, anunciou durante uma reunião do Conselho de Segurança Nacional e Defesa a decisão de estender as sanções contra entidades e indivíduos russos por conta da anexação da Crimeia. 

Kiev, Ucrânia (foto de arquivo)

 

15:25 16.09.2016(atualizado 15:26 16.09.2016) URL curta 17830012 

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, anunciou durante uma reunião do Conselho de Segurança Nacional e Defesa a decisão de estender as sanções contra entidades e indivíduos russos por conta da anexação da Crimeia. © SPUTNIK/ STRINGER Considerando Crimeia parte da Ucrânia, Poroshenko recusa realização de eleições russas As novas restrições, de acordo com o presidente, serão aplicadas contra empresas do setor de defesa e instituições financeiras na Rússia que prestam apoio às milícias de Donetsk e Lugansk, bem como a companhias marítimas e aéreas que cooperam com a Crimeia. "Trata-se de empresas operadoras, navios e aeronaves, que ao visitar a Crimeia apesar da severa proibição ucraniana, cometem uma grave violação das leis ucranianas", disse Poroshenko em comunicado divulgado no site da presidência. O presidente também propôs a imposição de sanções para as pessoas que se candidataram na Crimeia para as eleições parlamentares russas em 18 de setembro. Para estes, a vitória nas eleições seria equivalente, segundo ele, à entrada para o "clube dos sancionados". A Crimeia foi reintegrada à Rússia em março de 2014 após um referendo em que uma maioria de 96% da população da península votou para fazer parte da Federação Russa.

 

Mostrar mais: https://br.sputniknews.com/mundo/20160916/6340402/poroshenko-sancoes-antirussas-crimeia.html

TRUMP ESTÁ CONTRA O GOVERNO ATUAL DA UCRÂNIA, HILARY ESTÁ A FAVOR.

 

Temer diz a empresários nos EUA que Brasil vive estabilidade política extraordinária

MENTIROSO DE UMA FIGA !!!

 

Mostrar mais: https://br.sputniknews.com/brasil/20160921/6377528/temer-empresarios-eua-brasil-vive-estabilidade-politica-juridica-investimento.html

 

18:35 21.09.2016(atualizado 18:47 21.09.2016) URL curta 23700 

No último dia da viagem a Nova York, o presidente Michel Temer se encontrou nesta quarta-feira (21) com empresários e investidores e afirmou para eles que o Brasil tem uma estabilidade política extraordinária, que está acompanhada de segurança jurídica. Em um almoço na sede do Conselho das Américas, Temer falou aos empresários sobre a situação atual do país, e as principais medidas que estão sendo tomadas para a retomada do crescimento econômico. "O que eu vim fazer aqui é falar da infraestrutura brasileira, que é exata e precisamente onde os empresários poderão ter um interesse maior. Eu revelei que no Brasil hoje nós temos uma estabilidade política extraordinária, por causa da relação muito  adequada entre o Executivo e o Legislativo, e também da segurança Jurídica, porque nós temos alardeado, que lá no Brasil que o que for contratado será cumprido. Muitas vezes as pessoas não investem, primeiro pela eventual instabilidade política, e em segundo lugar pela insegurança de natureza jurídica. Esta segurança nós estamos divulgando, alicerçando ao máximo que se possa fazer." 

Temer se compromete a receber mais sírios em reunião com Ban Ki-moon.  Durante o encontro, Temer apresentou  as oportunidades de investimentos na infraestrutura do país, apresentando para o possíveis investidores o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que prevê a concessão à iniciativa privada de aeroportos, energia, rodovias, ferrovias, portos e mineração. "Nós estamos abrindo 34 oportunidades de concessões na área de portos, aeroportos, rodovias, ferrovias, energia, óleo, gás, com isto nós estamos abrindo o mercado, universalizando o mercado brasileiro, na convicção de que para combater o desemprego, e portanto fazer o país crescer você precisa incentivar a indústria, o comércio, os serviços, incentivar o agronegócio. Ao mesmo tempo é preciso também restabelecer a confiança, porque houve um momento em que se perdeu a confiança no país, e onde não há esperança e depois confiança, não há investimento." Ao convidar os empresários para participar da nova fase de crescimento do Brasil, Michel Temer ainda destacou para estimular os investimentos, que a estabilidade política vai garantir as reformas que estão em andamento no Brasil, nas áreas do Trabalho e da Previdência, que segundo o presidente será uma mudança radical, além de mencionar também a proposta que define um teto para os gastos governamentais.

 

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Em 6 de setembro de 2016 13:44, Marlanfe Oliveira <marlanfe@gmail.com> escreveu:

Protestos obrigam Temer a se reunir com integrantes do PT

 

Nesta segunda (5 de ago), o núcleo do presidente reuniu-se com MST e Contag

 

https://static.noticiasaominuto.com.br/stockimages/1370x587/naom_57ce83abcc9bd.jpg?1473151970© Reuters

 

A sequência de protestos contra Michel Temer, fez com que o governo buscasse uma negociação com o Partido dos Trabalhadores e os movimentos sociais. Nesta segunda (5 ago), o núcleo do presidente reuniu-se com MST e Contag, que pediram mais terras para a reforma agrária, a recriação do Ministério do Desenvolvimento Agrário e a retomada do Minha Casa, Minha Vida Rural.

 

De acordo com a coluna Painel da Folha de S. Paulo, no encontro, não se falou em golpe. “Sem sectarismos. Não vemos movimento social como problema”, disse Geddel Vieira Lima da Secretaria de Governo.

 

 

'Le Monde': Dilma diz que "oligarquia brasileira é protagonista de sua remoção"

 

Em entrevista ao jornal francês ex-presidente denuncia 'guerra suja e hipócrita' / Jornal do Brasil

 

O jornal francês Le Monde publicou em sua edição impressa desta terça-feira (6) uma entrevista com a ex-presidente do Brasil Dilma Roussseff, realizada cinco dias após sua demissão. Ela ainda recebeu a equipe do Le Monde em sua residência presidencial, em Brasília, na véspera de sua mudança para Porto Alegre, onde encontrará sua família.

Ao jornal francês a ex-guerrilheira continua exaltando sua inocência. O impeachment de Dilma ocorreu em um clima de profunda crise e escândalos de corrupção que respingaram em vários partidos políticos, incluindo o Partido dos Trabalhadores. 

 

Em entrevista ao Monde, Dilma Rousseff descreve o impeachment como "uma guerra política, suja e hipócrita". A ex-presidente acrescenta que "Os protagonistas do impeachment são a oligarquia brasileira". 

 

Ao Le Monde Dilma afirma que motivação do impeachment também é implantar uma agenda neoliberal

 

Ao Le Monde Dilma afirma que motivação do impeachment também é implantar uma agenda neoliberal

 

P. Qual é a sua opinião sobre o julgamento do Senado?

 

R. Os argumentos que levaram à minha demissão são apenas pretextos. Ter sido deposta sem perder meus direitos políticos demonstra que não há lógica nem base jurídica neste processo. Para justificar o meu impeachment, precisaram mencionar outras razões e julgar como "um conjunto de ações". Isso não é permitido na Constituição Brasileira. Esta não é a opinião dos oitenta e um senadores que me julgaram, mas sim de toda a população que me elegeu através de eleições diretas.

 

Na verdade, eu acho que houve outra motivação por trás disso, que é a de interromper a investigação da operação "Lava Jato", relacionadas com a corrupção, a lavagem dinheiro, e a existência de caixa dois [para o financiamento dos partidos e das campanhas eleitorais]. Além disso, existe também o desejo da oposição em implantar uma agenda neoliberal.

 

Nada disso justifica que os golpistas destituam um governo para impedir a hemorragia política ligada às investigações", afirma Dilma. "O outro interesse é de implantar umaagenda neoliberal, que não fazia parte do nosso programa. Esse processo de impeachment é uma fraude, uma ruptura democrática que cria um clima de insegurança no seio das instituições políticas e afeta toda a América Latina"

 

P. Quem são os protagonistas do impeachment?

 

R.O grupo dos mais ricos, os meios de comunicação comandados por um clã de 100 pessoas, e dois partidos, o PSDB e o PMDB e, em particular, Eduardo Cunha. 

 

Mendes anexa impeachment à ação sobre cassação de chapa Dilma-Temer no TSE

 

Relator de ação do PSDB pode considerar que ações ficaram prejudicadas

Jornal do Brasil

 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes assinou, na semana passada, um despacho pedindo que a decisão do Senado sobre o impeachment de Dilma Rousseff seja anexado às ações protocoladas pelo PSDB no início de 2015 que pedem a cassação da chapa Dilma/Temer por terem recebido recursos de campanha de empresas envolvidas na Lava Jato nas eleições presidenciais de 2014.

 

Na prática, o despacho de Gilmar pode influenciar numa decisão para que o TSE considere as ações do PSDB prejudicadas, já que Dilma foi destituída do cargo. Neste caso, Michel Temer seria beneficiado, já que em caso de cassação o tribunal teria que convocar novas eleições. O TSE, no entanto, terá que ouvir as testemunhas, cujos depoimentos já estão agendados para este mês. Só depois é que o relator decidirá e levará sua tese para apreciação no Plenário do tribunal eleitoral.

 

Em entrevistas concedidas dias antes da cassação de Dilma pelo Senado, no dia 31 de agosto, Herman Benjamin declarou que a aprovação ou não do impeachment não influenciava sua decisão pela condenação ou absolvição da chapa que ganhou a eleição de 2014.

 

Decisão de Gilmar Mendes pode levar à absolvição de Michel Temer nas ações do PSDBDecisão de Gilmar Mendes pode levar à absolvição de Michel Temer nas ações do PSDB

 

 

Bancários entram em greve a partir de hoje por tempo indeterminado no Rio

 

Agência Brasil

 

Dezenas de agências bancárias do Rio de Janeiro não abriram as portas hoje (6), devido à mobilização nacional dos bancários. A greve foi aprovada no último dia 1º de setembro, segundo o Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro. Segundo a presidente do sindicato, Adriana Nalesso, somente na manhã de hoje já eram contabilizadas mais de 120 unidades paralisadas, de um total de 960.

 

“Temos uma expectativa alta de adesão para a greve deste ano. Já sabemos que mais de 120 unidades pararam hoje, pela manhã, e cinco prédios de grandes bancos também aderiram. Daremos uma resposta aos banqueiros de que a categoria exige seus direitos. Eles querem nos impor essa derrota, mas estamos indo a luta de maneira consciente e dentro do que é legal. A greve é um direito constitucional de todo trabalhador. Não estamos fazendo isso para prejudicar a população e já percebo que as pessoas entenderam isso”, afirmou.

 

A categoria reivindica a reposição da inflação do período, 9,57%, e 5% de ganho real, além da manutenção dos postos de trabalho e dos direitos trabalhistas. Segundo o sindicato, os bancos ofereceram 6,5% de reajuste salarial, índice que não cobre a inflação do período, e um abono de R$ 3 mil.

 

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