ATÉ UM CEGO PODE OUVIR...

Árabes e Judeus são – como nos disse Raymond Aaron – hebreus. Hebreu é palavra derivada de Héber, Patriarca comum das duas culturas que hoje estão em um interminável conflito.

 

Hebreu Em: Consultório Etimológico: Hebreu “hebreu” vem do Latim HEBRAEUS, do Grego HEBRAIOS, do Aramaico ‘EBHRAI,  correspondendo ao Hebraico ‘IBHRI, “do outro lado”, com relação ao Rio Eufrates.

 

Hebreu, Por Dicionário inFormal (SP): os hebreus eram um povo de origem semita (os semitas compreendem dois importantes povos: os hebreus e os árabes), que se distinguiram de outros povos da antigüidade por sua crença religiosa. O termo hebreu significa "gente do outro lado do rio", isto é, do rio Eufrates.

 

Estudo Perspicaz das Escrituras, Volume 2, p.304-305

Surge a pergunta de por que “hebreu”, se for derivado do nome Éber, deve ser aplicado de modo tão específico e distintivo aos israelitas? 

 

Um  conceito que concorda muito bem com a evidência bíblica é que “hebreu” (ʽiv‧rí) deriva do nome Éber (ʽÉ‧ver), o do bisneto de Sem e antepassado de Abraão: (Gên 11:10-26).

 

É verdade que nada se sabe sobre Éber, além do seu parentesco como vínculo na linhagem de Sem a Abraão. Não se registrou nenhum notável ato ou outra particularidade pessoal que pudesse constituir a base para o nome de Éber ser usado com tanto destaque pelos seus descendentes. Não obstante, deve-se notar que Éber é especificamente destacado em Gênesis 10:21, chamando-se a Sem ali de “antepassado de todos os filhos de Éber”. Que o nome Éber foi séculos depois da sua morte aplicado a certo povo ou região se evidencia na profecia de Balaão, no século 15 AEC. (Núm 24:24) O uso do nome como patronímico relacionaria também os israelitas com alguém específico das “linhagens” de Noé, segundo registradas em Gênesis 10:1-32.

 

Éber teve também outros descendentes, através do seu filho Joctã, que não eram da linhagem que levava a Abraão (e Israel) (Gên 10:25-30; 11:16-26). Parece que o termo ʽiv‧rí (hebreu) se aplicaria a todos esses descendentes que poderiam de direito afirmar que Éber era seu antepassado. Alguns peritos sugerem que, originalmente, talvez fosse assim, mas que, no decorrer do tempo, o nome passou a ficar restrito aos israelitas, como os mais destacados eberitas, ou hebreus. Isto não deixaria de ter paralelos no registro bíblico. Embora houvesse muitos descendentes não-israelitas de Abraão, inclusive os edomitas, os ismaelitas (árabes)  e os descendentes de Abraão por meio da sua esposa Quetura.

               

Em resumo: o Patriarca Héber originou os termos I-biri (hebreu) e Har-bi (árabe), sendo, inegavelmente, os dois povos descendentes da mesma linhagem.

               

Porém, Abraão, o hebreu, teve um filho, Ismael, com uma escrava egípcia – Agar – e outro com sua esposa Sarai, Isaac. Os árabes descendem de Ismael, enquanto os judeus são descendentes de Isaac. Em linguagem judaica, os judeus são filhos da esposa e os árabes são filhos da...p...outra.

 

“Sara nunca havia dado a Abraão um filho. Ela era estéril mas Deus havia prometido que ela iria ter um filho com ele. Mas o problema é que "Deus estava demorando muito... e ela já era idosa... e talvez Ele tivesse esquecido da sua promessa... era melhor ela dar uma mãozinha a Ele..." Foi a partir daí que começaram, na vida de Sara e Abraão, problemas tanto físicos como espirituais, pois em vez dela confiar na promessa feita a eles pelo Senhor, ela preferiu agir por conta própria. Mas vamos ver o que ela disse em Gênesis 16:2: "... Eis que o Senhor me tem impedido de dar à luz; toma, pois, a minha serva; porventura terei filhos dela. E ouviu Abrão a voz de Sarai."

 

Por causa desta decisão de Sara, ela abriu as portas para a inimizade que existe, até hoje, entre judeus e árabes.

 

Agar, na posição de serva, teve que aceitar a decisão da sua patroa. Para ela não foi fácil mas era assim que tinha que ser feito.

 

Ela dormiu com Abraão e engravidou. Já grávida, ela desprezou Sara. Mas sua senhora a afligiu tanto, tornou sua vida tão difícil que ela decidiu fugir para o deserto. Lá, encontrando-se ela junto a uma fonte de água, apareceu um anjo que lhe disse: "8... Agar, serva de Sarai, donde vens, e para onde vais? E ela disse: Venho fugida da face de Sarai minha senhora.

 9 Então lhe disse o anjo do Senhor: Torna-te para tua senhora, e humilha-te debaixo de suas mãos." (Gênesis 16:8-9)

 

Além do anjo dizer que ela deveria voltar e se humilhar, disse-lhe mais:

"10 ... Multiplicarei sobremaneira a tua descendência, que não será contada, por numerosa que será.

 11 Disse-lhe também o anjo do Senhor: Eis que concebeste, e darás à luz um filho, e chamarás o seu nome Ismael; porquanto ouvi a tua aflição.

 12 E ele será homem feroz, e a sua mão será contra todos, e a mão de todos contra ele; e habitará diante da face de todos os seus irmãos." (Gênesis 16:10-12)

 

Esta foi a promessa que o Senhor lhe fez. E ela voltou para a sua senhora assim como o anjo lhe ordenara. (AGAR - A ESCRAVA EGÍPCIA - Sola Scriptura TT,solascriptura-tt.org/…EscravaEgipcia-Valdenira.htm).

 

Cinco anos depois, Sara notou que Ismael “fazia caçoada” de Isaque (Gên. 21:9). Isto levou à despedida dele e de sua mãe, Agar, a egípcia, da casa de Abraão. O assunto foi desagradável para Abraão, mas Jeová lhe assegurou: “O que será chamado teu descendente será por intermédio de Isaque.” (Gên. 21:12). Assim, o conceito da Bíblia é que o descendente de Abraão para abençoar toda a humanidade viria por Isaque, e não por Ismael.

Ismael é o primeiro filho de Abraão com Agar, escrava egipcia de Sara (sua esposa). Abraão tinha 86 anos naquela época - Génesis 16:1-4; 11-16

 

Quando foi informado de que Sara também teria um filho de quem proviriam "reis de povos", Abraão suplicou a Deus em favor de seu primogénito: "Se Ismael tão-somente vivesse diante de ti". A resposta de Deus, depois de declarar que o futuro filho dele, Isaque, seria o herdeiro do pacto, foi a seguinte:

 

"Quanto a Ismael, eu te ouvi. Eis que vou abençoá-lo e fazê-lo fecundo, e vou multiplicá-lo muitíssimo. Ele produzirá certamente doze líderes, e eu vou fazer dele uma grande nação" Génesis 17:16; 18:20

 

Um ano depois, nasceu Isaque; Ismael tinha então 14 anos. - Génesis 16:16; 21:5.

 

Arabes também são povos Semitas.

Na mídia em geral o uso exclusivo é de identificar apenas os judeus como povos Semitas, isso é um erro gravissímo, os arábes são povos de origem semitas tão quanto os judeus. Ser anti-semita é também ser contra arábes.

 

Nas tradições islâmica e judia, os Árabes são um povo semita que tem sua ascendência de Ismael, um dos filhos do antigo patriarca Abraão.

 

Genealogistas árabes medievais dividiram os Árabes em dois grupos: 

- os "Árabes originais" do sul da Arábia, descendentes de Qahtan (identificados com o Joktan bíblico). Supõe-se que os Qahtanitas migraram do Iêmen após a destruição da barragem de Ma'rib (Sad Ma'rib). Os Árabes qahtanitas foram os responsáveis pelas antigas civilizações do Iêmen, incluindo o renomado Sheba bíblico (um descendente de Qahtan).

- os "Árabes arabizados" (musta`ribah) do norte da Arábia, descendentes de Adnan, este supostamente descendente de Ismael via Kedar. A língua árabe, como ela é falada hoje na sua forma qurânica clássica, foi o resultado de uma mistura entre a língua árabe original de Qahtan e o árabe setentrional, que assimilara palavras de outras línguas semíticas do Levante.

 

Cinco anos depois, no dia em que Isaque foi desmamado, Ismael foi surpreendido zombando de seu meio irmão mais jovem - Génesis 21:8

 

Conforme subentendido pelo versículo seguinte do relato, poderia estar envolvida uma zombaria para com Isaque a respeito da herança.

(br.answers.yahoo.com/question/index?qid=)

 

Árabes são filhos de Abraão tanto quanto os judeus: ambos são HEBREUS, isto é, descendentes de Héber, o Patriarca. Mas aí entra a história da “HERANÇA”...! Qual herança? Por incrível que pareceça, DEUS PROMETEU A ABRAÃO QUE DARIA AO DESCENDENTE DELE A TERRA INTEIRA COMO HERANÇA!!! E CUMPRIU...

 

Promessas a Abraão

Muitas gerações mais tarde, Deus chamou Abraão para sair de sua pátria e  vagar como peregrino numa terra estranha. Abraão confiou em Deus e fez como ele mandou. Deus prometeu a Abraão três coisas: 1. "De ti farei uma grande nação"; 2. "Em ti serão benditas todas as famílias da terra" e 3. "Darei à tua descendência esta terra". A história bíblica traça o cumprimento dessas promessas.

 

Em Gn 13:15, qual é a terra que Deus promete a Abrão (Abraão) e toda a sua descendência para sempre?

Gn 14, Quando Abraão e Loh se separaram, Deus disse:

14 “Levanta agora os teus olhos, e olha desde o lugar onde estás, para o lado do norte, e do sul, e do oriente, e do ocidente; 15 Porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre”.

               

É isso aí: Deus prometeu dar UMA terra a Abraão e sua descendência; tá na Biblia!

 

Agora, discutir se é Betel, Hebron, Canaã...é pura bobagem. Os talmudistas entenderam que seria O PLANETA TERRA! E foi por isto que os talmudistas e os sionistas se apossaram do nosso Planeta !

               

O problema é que “toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre” inclui os árabes, também eles filhos de Abraão. E é aí que bate o ponto: os judeus não querem dividir o Planeta com os meio-irmãos árabes...então, vamos exterminá-los!  Esta é a ideia.

 

Vemos, pois, que o conflito israelopalestino, ou judeuárabe é uma questão de HERANÇA: a herança do nosso Planeta.

               

Como os talmudistas/sionistas não usam meias medidas; e como não podem desfazer o escrito bíblico de que Ismael, pai dos árabes, é filho de Abraão, a solução óbvia e pragmática é deletar os árabes do mapa e da história. Simples assim.

               

E a mídia rola pra cá, rola pra lá, e diz que não se tem uma explicação do porquê da interminável guerra no Oriente Médio! Mentira. Eles sabem tanto quanto eu. É muito fácil de saber: basta ler a bíblia e conhecer o pensamento dos talmudistas e sionistas.

 

EFETIVANDO A AGENDA SIONISTA

               

Primeiro passo da agenda sionista: vamos tomar a Palestina - é nossa terra, a terra que Deus deu a Abraão, como está em Gn 14. E aí vem a história o bilhete. Que bilhete? Por Deus! O bilhete que Lord Balfour escreveu dando a Palestina aos judeus depois de tomá-la à força (foi necessária uma Guerra Mundial) dos turcos.

 

"Declaração Balfour":

Prezado Lord Rothschild,

Tenho muito prazer em transmitir-lhe, em nome do Governo de Sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia com as aspirações judeo-sionistas que foram apresentadas ao Gabinete e aprovadas por ele:

"O Governo de Sua Majestade vê com simpatia o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu e envidará seus melhores esforços para facilitar a conquista desse objetivos, ficando claramente entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos religiosos e civis das comunidades não judaicas existentes na Palestina ou os direitos e condições políticas usufruídas pelos judeus em qualquer outro país."

Agradeceria que o senhor levasse essa declaração ao conhecimento da Federação Sionista.

Atenciosamente,

Arthur James Balfour

FAC SIMILE

 

Segundo passo da agenda sionista: expulsar os palestinos da Palestina. Moisés e Josué haviam expulso os cananeus de Canaã, então faremos o mesmo; uma ação semelhante com uma diferença de tempo de 3.350 anos...

 

PERDA DAS TERRAS PELOS PALESTINOS DE 1946 A 2010

QUATRO MILHÕES E SETECENTOS MIL PALESTINOS ESTÃO CLASSIFICADOS PELAS NAÇÕES UNIDAS COMO REFUGIADOS (INCLUSIVE NO BRASIL).

 

Terceiro passo da agenda sionista: vamos erradicar a nação, a economia e a cultura árabe do Planeta:

Raio X da guerra: Afeganistão

29/07/2010 08h55 - Atualizado em 30/07/2010 08h20

Pouco conhecido até 2001, país abriga importante guerra da atualidade.

Entenda o que aconteceu e quais são os prognósticos futuros da nação.

Giovana Sanchez

Do G1, em São Paulo    29/07/2010 08h55 - Atualizado em 30/07/2010 08h20

Até os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 nos EUA, o Afeganistão era um país quase desconhecido para o público mundial. Sabia-se, quando muito, que lá existiam líderes tribais - que bombardearam estátuas milenares de Buda - à frente de um regime fundamentalista. Hoje, é quase impossível falar de política externa dos EUA ou de relações internacionais e não mencionar a nação asiática invadida pelos americanos e agora afundada em uma crise social, política e econômica.

Com uma expectativa de vida de 44,5 anos, a segunda pior taxa de mortalidade infantil do mundo e o maior índice de refugiados, os afegãos enfrentam grandes desafios futuros - entre eles o de colocar um fim à guerra atual.

A nova série do G1 que analisa as guerras no mundo atual começa com um "raio X" do Afeganistão. Entenda o que aconteceu no país e quais são os prognósticos para o futuro da nação.

Histórico: os soviéticos e os talibãs

Para entender o Afeganistão de hoje é preciso voltar um pouco no tempo. Em 1978, em plena Guerra Fria, um golpe levou ao poder no Afeganistão um governo comunista apoiado pela União Soviética – URSS – (criada pelos sionistas), mas que sofreu bastante resistência interna..

No ano seguinte, a URSS invadiu o país, bombardeando vilarejos e prendendo civis (começava, assim, a destruição do primeiro país condenado pelo sionismo à desasbilização e futura manutenção em caos perpétuo).

Guerrilheiros religiosos, os mujahideen, financiados pelos EUA e pela Arábia Saudita, formaram a principal resistência à ocupação, usando a 'guerra santa' muçulmana, a jihad, como grande causa. Entre esses guerrilheiros, estava o futuro líder da rede al-Qaeda, Osama bin Laden.

Mas as guerrilhas rebeldes, concentradas em sua maioria no Paquistão, não estavam unidas, e de nada adiantava a ajuda em armas e dinheiro enviada pelos americanos.

Com a decadência da URSS e a saída dos soviéticos dez anos depois, em 1989, o governo do presidente afegão Mohammad Najibullah herdou uma crise política e foi derrubado em 1992, quando um acordo entre os mujahideen permitiu a governança.

Nessa época, no sul do Afeganistão, surgiu um outro grupo militante, liderado por Mullah Mohammed Omar, que envolvia aprendizes do Islã sunita que pegavam em armas: o Talibã. "De 1994 a 1996, o Talibã se tornou o ator mais importante na guerra civil com as diversas facções mujahideen e ganhou rapidamente o controle do país e da capital", explica Tobias Selge, pesquisador do Instituto Heidelberg de Pesquisas em Conflitos Internacionais.

O grupo radical dominou a capital, Cabul, em 1996, e assumiu o poder de importantes partes do país. Além de dar abrigo e proteção à rede terrorista da al-Qaeda, eles baniram as mulheres da maioria das atividades fora de casa e proibiram muitas manifestações culturais.

 

2001: a invasão americana

O dia 11 de setembro de 2001 mudou a história do mundo e, em particular, do Afeganistão. Depois dos atentados com aviões nas torres gêmeas de Nova York, os americanos exigiram que o Talibã entregasse o chefe da rede al-Qaeda, que havia assumido a autoria dos ataques. Com a recusa do grupo, os EUA invadiram o Afeganistão, dando início à chamada Operação Liberdade Duradoura, aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU, para derrubar o Talibã.

Com ajuda americana, a Aliança do Norte (grupo de tadjiques, uzbeques e hazaras que lutavam contra o Talibã desde a década de 1990) tomou a cidade de Mazar-e-Sharif e depois Cabul. 

A invasão americana, no entanto, não acabou com os ataques dos militantes talibãs. Nove anos depois, eles ainda tentam tomar o poder. A maioria cruzou a fronteira com o Paquistão e organiza de lá a insurgência, com ataques mais complexos. Segundo um relatório da inteligência americana, citado pela agência de notícias Reuters, o número de talibãs subiu de 7 mil em 2006 para 25 mil pessoas em 2009.

               

 

Isto foi o começo. Depois veio o Iraque, a Líbia, o Egito, e agora, a Síria:

Deputado russo diz que bombardeios na Síria devem durar de 3 a 4 meses

Ataques serão mais intensos, disse Alexei Pushkov.

02/10/2015 06h17 - Atualizado em 02/10/2015 07h16

Moscou iniciou nesta semana bombardeios contra o Estado Islâmico.

Aviões russos bombardearam nesta sexta posições do grupo terrorista Estado Islâmico perto da cidade monumental de Palmira, que está sob o controle dos radicais, e na província de Homs, no centro da Síria, disseram uma fonte oficial e ativistas.

O governador de Homs, Talal al Barazi, disse que a aviação russa bombardeou um depósito de armas e uma base do EI na localidade de Al Qariatain, e também um comboio dos jihadistas na estrada que liga Palmira à cidade de Al Sujna.

Coalizão ineficaz

Pushkov afirmou ainda que os bombardeios da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos não eram suficientemente eficazes e era necessário passar para outra etapa na luta contra o grupo Estado Islâmico (EI) na Síria.

"Acredito que o importante é a intensidade. A coalizão americana fingiu bombardear o Daesh (acrônimo em árabe do EI) durante um ano, sem resultado. Se você fizer isto de forma mais eficiente, acredito que verá os resultados", disse o deputado russo.

"Apenas 20% das operações (da coalizão internacional) apresentaram resultados. Em 80% nem sequer bombardearam", afirmou Pushkov.

O presidente da Câmara russa rebateu as acusações de países ocidentais de que os caças de Moscou não apontam contra alvos do EI, ou não apenas contra alvos do grupo.

"Os objetivos principais são os grupos do Daesh mais próximos de Damasco", declarou Pushkov.

Os países ocidentais afirmam que a Rússia bombardeia áreas afastadas das bases do EI, situadas na região leste da Síria.

"Temos que solucionar o tema Daesh, eliminar ou neutralizar o grupo e depois veremos", completou o parlamentar.

 

Coalizão contra Estado Islâmico pede que Rússia não ataque oposição síria

02/10/2015 06h28 - Atualizado em 02/10/2015 07h13

Turquia fez comunicado em nome de sete países, incluindo os EUA.

Eles pedem que Moscou concentre suas ações militares contra jihadistas.

Os sete integrantes da aliança contra o grupo terrorista "Estado Islâmico" no Oriente Médio, entre eles Estados Unidos, Turquia e Arábia Saudita, fizeram nesta sexta-feira (2) um pedido à Rússia para que não ataque a oposição política na Síria e concentre suas ações militares contra os jihadistas.

Deputado russo diz que bombardeios na Síria devem durar de 3 a 4 meses

 

Rússia propõe resolução na ONU que inclui governo sírio contra o EI

Rússia faz novos ataques aéreos na Síria

Rússia diz que acusações sobre bombardeios na Síria são 'infundadas'

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Parlamento da Rússia autoriza uso de tropas na Síria

"Expressamos nossa profunda preocupação com os ataques da Força Aérea Russa sobre Hama, Homs e Idlib, que causaram baixas civis e que não tinham como alvo o Daesh (acrônimo do EI em árabe)", diz um comunicado emitido pelo Ministério das Relações Exteriores da Turquia.

A nota fala em nome dos governos de França, Alemanha, Catar, Arábia Saudita, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

"Estas ações militares constituem uma maior escalada e só causarão mais extremismo e radicalização", comentaram os sete aliados, que lutam desde o ano passado contra o EI.

"Pedimos que a Rússia acabe imediatamente com seus ataques contra a oposição e civis sírios, e concentre seus esforços na luta contra o EI", concluíram os países da aliança na nota.

A Rússia, aliada do regime de Bashar al Assad, iniciou na quinta-feira os ataques aéreos na Síria contra alvos do EI, de acordo com fontes oficiais russas e sírias.

No entanto, ativistas e opositores sírios denunciaram que várias bases de grupos rebeldes, como o Exército Livre Sírio (ELS) e o Exército do Fatah, também foram alvo dos bombardeios russos em Idlib e Hama (CLARO QUE OS RUSSOS QUEREM ACABAR COM A OPOSIÇÃO A ASSAD! E NÃO ESTÃO ERRADOS...).

               

A Rússia sabe que os EUA e seus aliados desejam matar al-Assad. Depois virá o Irã. A seguir, toda a Eurásia estará nas mãos dos AMERICANOS!

               

O maior e mais poderoso exército do Planeta tenta há um ano acabar com o grupo terrorista que faz oposição ao governo sírio, sem sucesso...é uma piada!

               

Os militares russos preveem que acabarão com o Estado Islâmico em 4 meses. Mas na verdade o que os russos querem é acabar com as mortes dos líderes muçulmanos e impedir que os EUA se aposse da EURÁSIA. Se Vladimir Putin tiver sucesso, as mortes dos governantes árabes (os filhos de Agar) terminarão.

 

Mas os “Senhores da Guerra” sempre possuem um trunfo para levar adiante sua agenda.

 

ESPERAMOS QUE DESTA VEZ OS RUSSOS IMPEÇAM A DESTRUIÇÃO DE MAIS UM ESTADO ÁRABE E EVITE A MORTE DE UM LÍDER MUÇULMANO.

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