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Eleição de Dilma e o boicote ao plebiscito que revigoraria nossa democracia

29/10/2014

 

SE A HISTÓRIA NÃO É COMO A VEJA PUBLICOU, ESTE É MAIS UM ATAQUE À DILMA. 

PF investiga vazamento de depoimento de Youssef

Agência O Globo

Agência O Globo -1 hora atrás

 

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar as circunstâncias do vazamento de trechos de um depoimento em que o doleiro Alberto Youssef cita a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. Investigadores da Operação Lava-Jato suspeitam que Youssef foi estimulado a fazer declarações sobre Dilma e Lula, numa manobra que teria, como objetivo, influenciar o resultado das eleições presidenciais.

Trechos do depoimento foram divulgados pela revista “Veja”, quinta-feira passada. Dois dia antes, Youssef prestara um depoimento, como vinha fazendo desde o início da delação premiada. No dia seguinte, um de seus advogados pediu para fazer uma retificação no depoimento anterior. No interrogatório, perguntou quem mais, além das pessoas já citadas pelo doleiro, sabia das fraude na Petrobras.

Youssef disse, então, acreditar que, pela dimensão do caso, não teria como Lula e Dilma não saberem. A partir daí, concluiu-se a “retificação” do depoimento. No dia seguinte, trechos do depoimento foram publicados pela revista, com a informação de que o doleiro teria dito que Dilma e Lula sabiam das fraudes na Petrobras.

Youssef segue internado no hospital Santa Cruz, em Curitiba, onde está desde sábado. Segundo boletim médico divulgado ontem, Youssef iniciou tratamento de fisioterapia e reposição de nutrientes, por estar debilitado; seu quadro é estável, mas sem previsão de alta.

 

MAS VEJAM PORQUE TUDO AGORA ESTÁ ENTRANDO NOS EIXOS:

 

Presidente recua e já admite abrir mão de plebiscito

Estadão

Ricardo Della Coletta, Rafael Moraes Moura e Dida Sampaio 10 horas atrás

 

BRASÍLIA - Um dia depois de aliados rechaçarem a ideia de um plebiscito para a reforma política, Dilma Rousseff e o líder do governo na Câmara dos Deputado, o petista Henrique Fontana (RS), já admitem recuar da proposta, feita pela presidente em seu discurso da vitória no domingo passado.

À tarde, Fontana afirmou que a reforma não necessariamente precisará ser precedida por um plebiscito popular. “Temos diversas alternativas. O importante é que ela seja votada pelo Parlamento”, disse o petista, que foi relator de uma proposta que tramitou no Legislativo. À noite, em entrevista à TV Bandeirantes, Dilma afirmou que a reforma poderá ser feita tanto por plebiscito quanto por referendo. “Não interessa muito se é plebiscito ou referendo. Mas não é possível supor que a sociedade e a população vão ficar alheias a esse processo”, disse.

Fontana também já vinha ensaiando o discurso de que o referendo é uma alternativa. A opção pelo referendo é defendia pelo PMDB, maior partido da base aliada. No plebiscito, as propostas são escolhidas pela população e depois aprovadas pelo Congresso. No referendo, o Congresso as aprova e a população as avaliza ou não. 

A oposição criticou duramente a proposta. “A primeira declaração que ela (Dilma Rousseff) faz é criticar a imprensa, é fazer críticas ao (Geraldo) Alckmin sobre a crise hídrica? Como se não faltasse água em Guarulhos, que é administrada pelo PT. Que diálogo é esse? Vem com essa lenga-lenga de plebiscito para reforma política? Sustentar a tese de que existe corrupção na política por causa das regras eleitorais. Conversa! Nessa conversa eu não entro, não”, disse o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), vice na chapa de Aécio Neves, em entrevista no Senado. 

Nos dois últimos dias, em entrevistas a emissoras de tevê, Dilma foi mais amena na proposição de um plebiscito, chegando até a admitir um referendo para a reforma política. 

Alternativas. De acordo com Fontana, o Congresso pode optar por diferentes caminhos: dar prioridade à proposta encampada por entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, fazer uma consulta popular prévia que marque as diretrizes para a reforma política - o plebiscito - ou ainda chamar um referendo depois que o tema tenha sido votado. “Dá para agregar ao projeto da OAB a ideia do referendo.” 

O petista disse ainda que o governo não tem “pretensão” de fechar questão sobre os temas que deverão ser discutidos pelo Congresso, mas defendeu que é fundamental encontrar uma “alternativa ao financiamento eleitoral”. O PT é um dos partidos que pressionam pelo fim de doações empresariais a campanhas. 

 

O presidente nacional do PMDB e vice-presidente reeleito, Michel Temer, encontrou-se ontem com Dilma para tratar do assunto - um dia depois de lideranças do PMDB criticarem a ideia do plebiscito, caso do presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), e dos líderes da legenda no Congresso, deputado Eduardo Cunha (RJ) e senador Eunício Oliveira (CE). 

Depois da reunião com Dilma, Temer afirmou a jornalistas que o tema será tratado por meio de um diálogo entre Congresso, sociedade e Executivo. “É preciso dialogar sobre isso, com o Congresso, com a sociedade, evidentemente estamos no começo de tudo. Aliás, nem começo do novo mandato, apenas vencemos as eleições. Haverá, disse a presidente, um grande diálogo no Congresso sobre o tema e temos de caminhar juntos nisso”, disse Temer. 

Obstrução. Mais tarde, o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse que a reforma política “não é apenas discurso”. Alves, que disputou o governo do Rio Grande do Norte e foi derrotado por Robinson Faria (PSD), lembrou que um grupo de trabalho chegou a elaborar uma proposta no ano passado, que não foi votada na Comissão de Constituição e Justiça por “ obstrução feita pelo PT”. 

“Não é apenas discurso de fazer”, disse Alves. “É, na prática, tomar posições para perder ou para ganhar. Essa é uma manifestação que esta Casa tem obrigação, mais do que nunca, de votar”, declarou o peemedebista. O grupo de trabalho ao qual Alves se refere foi coordenado pelo petista Cândido Vaccarezza. 

 

INFELIZMENTE A PRESIDENTA CEDEU ... ATÉ O OBAMA TÁ SATISFEITO COM O "ACORDO" QUE ELA FEZ !!!

 

Obama diz a Dilma que reeleição mostrou "solidez da democracia" do país

Agência Brasil

Danilo Macedo - Repórter da Agência Brasil13 horas atrás

 

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ligou hoje (28) para a presidenta Dilma Rousseff cumprimentando-lhe pela reeleição. Na ligação, Obama disse que o pleito demonstrou “a solidez da democracia brasileira” e que pretende continuar a trabalhar com a mandatária brasileira, com quem espera encontrar-se por ocasião da reunião do G20, na Austrália, nos dias 15 e 16 de novembro. As informações são da Secretaria de Imprensa da Presidência da República. A conversa durou dez minutos.

 

Obama disse que valoriza a parceria bilateral com o Brasil e vê grandes oportunidades de cooperação nas áreas econômico-financeira e de energia. O presidente dos Estados Unidos sugeriu que equipes dos dois países "trabalhem os mecanismos existentes para definir a agenda para 2015, estabelecendo as bases para preparação da visita de Estado da presidenta brasileira aos EUA em momento oportuno".

No ano passado, Dilma cancelou uma visita de Estado ao país após as denúncias de espionagem da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA) contra pessoas do governo, incluindo ela própria e empresas estatais, feitas pelo ex-consultor de informática do órgão Edward Snowden. Obama observou que recebeu impressões muito positivas de seu vice, Joe Biden, sobre a reunião que manteve com a presidenta Dilma durante a visita feita ao Brasil, na Copa do Mundo.

De acordo com sua assessoria, a presidenta agradeceu os cumprimentos do colega e disse que a eleição foi importante para o Brasil e para a região. Ela ressaltou ter todo interesse em estreitar laços com os Estados Unidos e que terá satisfação em encontrá-lo na reunião do G20. Dilma também concordou com a importância do trabalho bilateral para preparar uma visita de Estado ao país.

Além de Obama, Dilma recebeu o telefonema, hoje, do presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, que também a cumprimentou pela reeleição e desejou-lhe êxito no novo governo. Dilma, em uma conversa de cinco minutos, agradeceu e disse que, no segundo mandato, manterá como alta prioridade as relações com a África. Ela acrescentou que seguirá com o apoio para a consolidação da democracia e o desenvolvimento econômico e social da Guiné-Bissau.

NÃO É UMA PENA QUE O PLEBISCITO QUE ELA PROMETEU E PARECE TER DESEJADO FAZER FOI PRO ESPAÇO? 

 

PMDB debate na próxima semana reforma política e possibilidade de plebiscito

Reuters

Por Jeferson Ribeiro 13 horas atrás

 

BRASÍLIA - O PMDB reunirá seu conselho político na próxima semana para debater a reforma política, depois que a presidente Dilma Rousseff pediu nesta terça-feira que o presidente da legenda e vice-presidente da República, Michel Temer, a ajude a articular um amplo diálogo em torno do tema.

A reforma política foi apontada pela presidente no seu discurso após ser reeleita, no domingo, como a mais importante do segundo mandato. Ela voltou a defender a realização de um plebiscito para determinar que pontos devem ser analisados pelo Congresso.

Essa proposta de plebiscito para a reforma política, também sugerida pela petista, já foi derrotada pelo Congresso no ano passado, após as manifestações populares.

Naquele momento, uma das respostas de Dilma aos protestos foi a proposta de realização de uma reforma política e a apresentação ao Congresso de alguns pontos que deveriam constar de um plebiscito popular para realizá-la.

O conselho político do PMDB inclui ministros do partido, presidentes e ex-presidentes da Câmara e do Senado, governadores, ex-presidentes da República e os membros da Comissão Executiva da legenda.

Durante a reunião desta terça, Dilma e Temer teriam conversado sobre a conveniência de retomar a ideia de plebiscito para a reforma política e o peemedebista lembrou que uma consulta popular poderia ser feita por meio de um referendo, relatou à Reuters uma fonte próxima a Temer.

Num plebiscito, os eleitores definiriam que temas devem ser abordados pelo Congresso numa reforma política, já determinando qual encaminhamento deve ser dado.

Os eleitores podem ser questionados, por exemplo, sobre como deve ser o financiamento das campanhas eleitorais, se público ou privado. Se o resultado indicar que o financiamento deve ser público, o Congresso deve fazer uma reforma política com esse ponto.

No caso de um referendo, o Congresso faria as mudanças que considerar necessárias, que só passariam a valer caso a maioria da população as aprovasse nas urnas.

A fonte ouvida pela Reuters disse, sob condição de anonimato, que um plebiscito para a reforma política pode ser muito complexo, porque normalmente esse instrumento é para indicar a concordância ou não da população em relação a um tema. E a reforma política envolveria muitos pontos, o que tornaria o plebiscito inviável.

A fonte não soube informar a reação da presidente sobre a possibilidade de fazer um referendo e não um plebiscito para o tema.

A reunião com Temer para tratar do tema logo após o resultado das eleições indica, segundo a fonte, que a presidente quer abrir seu novo mandato com a reforma já encaminhada. 

 

Modelo para reforma política divide o Congresso e deve ficar para 2015

Reuters

13 horas atrás

 

BRASÍLIA - A reforma política, reestruturação que já havia sido sugerida pela presidente Dilma Rousseff logo após as manifestações de rua do ano passado e novamente martelada após a sua reeleição no domingo, ainda divide o Congresso quanto à forma de realizá-la e deve ficar para 2015.

Enquanto Dilma defende que seja realizado um plebiscito consultando a população sobre que temas considera importantes na reforma, parte do Congresso argumenta que o melhor seria primeiro discutí-la no Legislativo para depois submetê-la à opinião popular.

“Nós vamos trabalhar nesta direção de que essa Casa representa a população brasileira. Então as reformas têm de ser discutidas aqui para depois de serem estudadas, analisadas, avaliadas, ouvir a voz final da população”, disse o líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA).

O líder encara que a postura da presidente afronta a autonomia do Congresso de legislar. A iniciativa de convocar a população para opinar em qualquer um dos casos --plebiscito ou referendo-- é do Congresso.

Para o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), o caminho “natural” é o referendo. Ele ressalvou, no entanto, que a decisão que caberá “ao novo parlamento a partir do próximo ano”. Alves não terá mandato na próxima legislatura, já que se candidatou ao governo do Rio Grande do Norte, sendo derrotado no domingo.

Já o líder do PT, Vicentinho (SP), seguiu a linha da presidente e defendeu que a melhor forma da população participar do processo é por meio do plebiscito.

“Nós vamos reforçar através de todos os mecanismos regimentais a defesa da aprovação do decreto para o plebiscito”, disse ele a jornalistas.

         

 

E A ECONOMIA VOLTA A SER ESTÁVEL !!! IMAGINEM A PRESSÃO QUE DILMA SOFREU... SÃO MESMO UNS CANALHAS!

 

O DÓLAR BAIXOU, A BOVESPA SUBIU, E ATÉ O FMI ELOGIA O CRESCIMENTO DA RIQUEZA NACIONAL...

 

 

Brasil é o 7º mais rico do mundo; veja ranking do FMI - As nações mais ricas do mundo

 

 

O Fundo Monetário Internacional divulgou neste mês sua base de dados que lista os países mais ricos do mundo de acordo com seu Produto Interno Bruto. Veja quais são.

 

É...NÃO HÁ MESMO COMO ENFRENTAR OS PUTOS!!!

 

PARA QUEM QUISER GUARDAR DE LEMBRANÇA:

NOSSA ÚLTIMA OPORTUNIDADE DE SERMOS UMA NAÇÃO INDEPENDENTE DO JUGO DA NOVA ORDEM MUNDIAL FOI-SE...

ABÇS CALOROSOS

DO

MARLANFE.

 

Leiam a íntegra clicando AQUI.

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